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Adoção de crianças por homossexuais |
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Escrito por Ana Cecília de Campos Sampaio
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08-Jul-2005 |
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Este relatório científico de Portugual esclarece muito bem o
perigo, a
irresponsabilidade, e a inconsequência de se legalizar adoção de
crianças por casais homosexuais. Vale a pena ler, ponderar e refletir.
Relatório
científico desaconselha adopção por homossexuais
A
poucos dias do parlamento votar a Lei de reforma do Código Civil pelo
qual se equipararia as uniões homossexuais ao matrimónio e se
permitiria que estes adoptem filhos, associações civis e familiares
enviaram aos deputados um minucioso relatório que desacredita os
estudos utilizados pelo lobby homossexual e que demonstra que a decisão
do Governo de seguir adiante com a reforma não tem base científica.
O
documento, elaborado pela plataforma HazteOir.org com a colaboração do
Foro Espanhol da Família (FEF) e o Instituto de Política Familiar
(IPF), recolhe centenas de estudos científicos relativos à adopção por
casais homossexuais que concluem que as crianças criados por estes “têm
um desenvolvimento muito diferente dos que crescem em famílias naturais
e, em muitos aspectos, prejudicial para eles”.
Do mesmo modo,
o documento que reúne 200 artigos, estudos e pesquisas; analisa a
politização de certas instituições que tomaram uma postura decidida a
favor da adopção de filhos por casais homossexuais.
Segundo o
documento “Não é igual”, os estudos utilizados pelos defensores da lei
contêm “graves enganos metodológicos” como mostras muito pequenas,
“falta de aleatoriedade na selecção, grupos de controle inadequados ou
usar crianças de idades muito prematuras sem realizar um acompanhamento
evolutivo”, afirmou Pablo Romeu, pesquisador da área de Análise e
Estudos de HazteOir.org e coordenador do estudo.
Segundo o
documento, tanto nos relatórios favoráveis à adopção como nos
desfavoráveis, encontram-se indícios de problemas psicológicos nos
menores, como auto-estima baixa, stress ou transtornos de identidade
sexual. Do mesmo modo, informa a plataforma civil, abundam “os
problemas nas relações interpessoais das crianças: insegurança a
respeito da sua vida futura em casal e a ter filhos, troca do
companheiro ou companheira do progenitor homossexual como figura
materna/paterna ou preferência por viver com o outro progenitor.
Outros aspectos
O
estudo também aborda outros aspectos da vida em casal dos homossexuais,
achando uma predisposição muito maior à instabilidade ou infidelidade
do casal ou os transtornos psicológicos. Segundo os dados oficiais de
países que têm um modelo similar ao que pretende instalar-se na
Espanha, o índice de ruptura é muito maior. Na Suécia, o índice de
ruptura em casais homossexuais é de 37 por cento superior aos casais
heterossexuais e 200 por cento maior nas formadas por lésbicas. “A
instabilidade inerente a este tipo de casal não é absolutamente
benéfica para o menor”, afirma Romeu.
O relatório inclui
estudos “que demonstram o prejuízo que causa nas crianças a ausência de
um pai ou uma mãe e que os menores procuram o pai ou mãe ausente em
conhecidos do sexo contrário ao do casal homossexual”.
“Este
relatório pretende evitar que se tomem medidas apressadas com dados
falsos e oferecer um ponto de partida para o diálogo num tema muito
politizado”, conclui Romeo.
Por sua vez, o presidente de
HazteOir.org, Ignácio Arsuaga, declarou que “não se pode legislar em
função de estudos de escassa profundidade técnica e metodológica pouco
confiável que não podem qualificar-se como cientistas”. “A mera
possibilidade de um dano para a criança deveria paralisar imediatamente
esta lei”, acrescentou.
O relatório “demonstra a falsidade da
afirmação lançada no seu dia pelo Executivo de que 10% da população é
homossexual, quando sabemos pelo próprio Instituto Nacional de
Estatística que a cifra é inferior aos 0,1%”, indica Arsuaga. "É uma
pena que os cientistas façam política e os políticos tratem de fazer
ciência”, afirma.
Fonte: ACI em 25/05/2005 (topo)
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