07-Jan-2009  
 
Principal
Início
Artigos
Notícias
Cartões
Santo do dia
Links
Liturgia Diária
Busca Google

Na Web Neste site  

Livros On-line
Estudando nos Passos de Maria
Pequeno Catecismo
Livro Oriente
Interativos
Biblia On-line
Faq
Links Católicos
Liturgia Diária
Especiais
A Paixão de Cristo de Mel Gibson
Institucional
Publicidade
Contato
Intranet - Uso interno





Esqueçeu a senha?


Derradeiras Graças
   arrow Artigos arrow Família       
Insólito, mas verdadeiro PDF Imprimir E-mail
Escrito por Maria Fernanda Barroca   
18-Nov-2005
O caso é verídico e há pouco tempo um canal televisivo passou um filme com este tema.
 
Um rapazinho de doze anos que tinha sido abandonado pela mãe levou-a a tribunal, pedindo para ser adoptado por um casal que o amava profundamente e a quem ele retribuía igualmente.
 
O Tribunal deu razão à criança, entregando-a ao casal de acolhimento para se dar seguimento à adopção.
 
Aquela mãe que tinha abandonado o filho, não sabia ou não pensou, que trazer filhos ao mundo é colaborar no poder criador de Deus. Esta mãe não soube descobrir na criança que trouxera nove meses no seu seio, um dom gratuito.
 
O mesmo não se pode dizer de uma senhora que protagonizou um caso que passo a narrar. Era americana, casada e mãe de dois filhos. Ao tomar conhecimento que uma senhora ia abortar por não desejar a criança que concebera, mas que acabou por nascer prematuramente, resolveu, de acordo com o marido, adoptá-la.
 
A criança nasceu com novecentos gramas de peso, era filha de uma mulher em péssimas condições físicas e vivendo na maior miséria. O seu aspecto era realmente pouco atraente e tudo indicava que tinha qualquer deficiência. Um pediatra conhecido da mãe adoptiva encontrou-a com a criança nos braços e ao vê-la disse: “Foi um mau negócio; troque-a por outra”. A senhora ficou rubra de indignação pois tinha consciência que tinha adoptado um ser potencialmente anormal, pouco agradável à vista e muito difícil de cuidar, mas profundamente carenciado.
 
Durante três meses a criança não reagia a qualquer estímulo e só nessa altura esboçou um ténue sorriso. Começaram a aparecer as sobrancelhas, as pestanas e as unhas; o rosto tomou o tamanho normal e começou a mexer os braços e as pernas até aí como que paralisados.
 
Na mãe adoptiva essa adopção teve um grande efeito. Em relação aos filhos biológicos ela considerava a formação daquelas criaturas como mérito próprio, esquecendo Deus. Com a filha adoptiva, reconheceu que não tinha feito nada para a receber: fora uma prenda de Deus.
 
O seu gesto de adopção veio mostrar como isso é uma óptima alternativa quer para o crime do aborto, quer para os casos de esterilidade involuntária. Ultrapassa a inseminação artificial, moralmente reprovável, pois que por cada ovo que se desenvolve, muitos são destruídos e com já são seres humanos, fazem-se assim abortos em massa.
 
A adopção, para mim, é um acto heróico. Lamento, porém, uma coisa: também aqui em portugal há discriminação. Os bebés são «escolhidos» pela cor da pele, idade, condições de saúde, aspecto físico, etc., esquecendo que uma criatura por muito degradada que seja tem uma vida humana e como tal digna de todo o respeito. Casos como o que narrei são excepção.
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >