08-Jan-2009  
 
Principal
Início
Artigos
Notícias
Cartões
Santo do dia
Links
Liturgia Diária
Busca Google

Na Web Neste site  

Livros On-line
Estudando nos Passos de Maria
Pequeno Catecismo
Livro Oriente
Interativos
Biblia On-line
Faq
Links Católicos
Liturgia Diária
Especiais
A Paixão de Cristo de Mel Gibson
Institucional
Publicidade
Contato
Intranet - Uso interno





Esqueçeu a senha?


Derradeiras Graças
   arrow Notícias arrow Atualidade       
Orfanatos católicos serão obrigados a ceder adoção a homossexuais ingleses PDF Imprimir E-mail
Escrito por ACI   
25-Mar-2007
A Câmara dos Lordes deu luz verde ontem a um polêmico projeto de lei que em nome da "não discriminação" obriga às agências católicas de adoção conceder a custódia de crianças a casais homossexuais.

A chamada Lei de Igualdade, foi debatida por três horas e finalmente aprovada com 168 votos a favor e 122 contra.

A norma entrará em vigência em abril e proíbe discriminar por razões de "orientação sexual" em qualquer atividade relativa a prestação de serviços e bens de qualquer tipo, assim como na função pública.

A medida, tal como foi aprovada, causaria a Igreja Católica o fechamento de suas agências de adoção já que, seguem aceitando financiamento público, não poderão evitar ceder a custódia de crianças a casais homossexuais. O Executivo estabeleceu um prazo de 21 meses para que as agências católicas de adoção se adaptem à nova normativa.

Desde o mês de janeiro, o Cardeal Cormac Murphy-O'Connor, Arcebispo de Westminster, expressou o rechaço católico à lei, e advertiu que a Igreja Católica não pode aceitar casais homossexuais como pais adotivos.

"Acreditam que se trataria de uma discriminação ilógica, desnecessária e injusta contra os católicos obrigar às agências de adoção católicas a atuar contra os ensinamentos da Igreja e suas próprias consciências", argumentou o Cardeal.

Os líderes anglicanos apoiaram os católicos. O Arcebispo de Canterbury, Rowan Williams, explicou que "os direitos de consciência não podem estar submetidos a uma determinada legislação".
 
< Artigo anterior   Artigo seguinte >