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COMO ELEGER CANDIDATOS QUE DEFENDAM A VIDA E A FAMÍLIA PDF Imprimir E-mail
17-Jul-2002

Neste ano teremos eleições gerais, para elegermos nossos representantes nas três esferas de Governo: municipal, estadual e federal. Numa democracia representativa, a escolha de prefeitos, governadores, vereadores, deputados e senadores, se dá pelo voto. O voto representa uma procuração que passamos a um candidato a esses cargos. Quanto eleito, nossos representantes falam e agem em nosso nome. Assim, a ação do eleito deve refletir a vontade daqueles que o elegeram.

Os partidos políticos tem seus programas. O candidato apresenta durante a campanha política suas idéias e a plataforma de governo e o eleitor escolhe votar naquele candidato que melhor lhe convier.

Nem sempre os programas dos partidos e as idéias dos candidatos são claras, no que diz respeito à defesa da vida em todos os momentos de sua existência e a preservação dos valores cristãos da família. Daí a necessidade de o eleitor conhecer melhor o candidato em que dar o seu voto.

Para dar seu voto consciente, o eleitor deverá:

a) Examinar a vida pregressa do candidato. Como se comporta em relação a sua família. Que atitudes tomou em defesa da vida e da família. Como abordou o problema da corrupção. Com relação à distribuição de renda e da pobreza quais foram suas atitudes e opiniões, etc.

b) Se o candidato pretende ser re-eleito verificar como votou nas questões do aborto, da união civil entre pessoas do mesmo sexo, das manipulações genéticas, etc. Se é candidato a cargo no Executivo procurar saber que decisões tomou com relação ao combate ao aborto e se aprovou medidas que favoreçam sua prática. Essas informações poderão ser obtidas na página da PROVIDAFAMILIA: http://providafamilia.org clicando em “Ação Parlamentar”.

c) É importante que se procure saber, de maneira objetiva, a opinião do candidato. Por exemplo: Como o candidato votaria um projeto de lei que pretenda legalizar o aborto no Brasil? Votaria pela aprovação ou pela rejeição desse projeto? Se eleito aprovaria, ou não um projeto para legalizar o casamento de homossexuais? Questões como essas definem a posição do candidato que será cobrado, se eleito.

O que mais teme, um candidato à eleição, é a perda de votos; é não se reeleger ou deixar de eleger um seu correligionário. Entre a ação do “lobby” e a pressão do eleitor, o deputado ou senador não tem dúvida em atender o eleitor. O “lobby” não elege, embora possa ajudar financeiramente na campanha, mas o eleitor é que detém o poder do voto.

É oportuno observar que o candidato à eleição, que é apoiado por um deputado deve, também, merecer ou não nosso voto. O parlamentar não apóia alguém a troco de nada. Seu apoio representará um compromisso eleitoral. A eleição de um candidato apoiado por um deputado, por exemplo, poderá representar votos para ele. Por isso, devemos estar atentos e saber quem apóia quem, nas eleições. Evidentemente, que um deputado abortista que apóia um candidato quer, também, obter votos de seu protegido e esse candidato não poderá ter votos de quem defende o direito à vida.

Há, na Câmara Federal, partidos que se identificam com os objetivos de grupos internacionais interessados no controle populacional – são os chamados ‘partidos de esquerda’. Observe-se que dos 9 projetos de legalização do aborto, 7 são do PT que também apresentou projeto de união civil de pessoas do mesmo sexo (casamento “gay”). Os parlamentares desse partido votam, sistematicamente, pela aprovação daqueles projetos. Veja, na página da PROVIDAFAMÍLIA, http://providafamilia.org como votaram os parlamentares nos projetos de lei de nosso interesse. Além disso, parlamentares de outros partidos, simpatizantes desses projetos, integram o Conselho Consultivo do CFÊMEA, lobby abortista, financiado por organizações internacionais para mudança da legislação que no sentido de legalizar o aborto, o ‘casamento’ gay, a esterilização etc. Essa informação também pode ser encontrada em nossa página,

Em verdade, nem sempre podemos assegurar que um parlamentar decididamente defenda a vida e a família tais as implicações políticas desse tema. Alguns por desinformação e boa fé, outros, por conveniência, outros, ainda, pressionados pelos líderes partidários e forte ''lobby'', terminam votando SIM nos projetos de interesse de grupos internacionais que promovem o controle de população. Isso não quer dizer que não possamos exigir dos candidatos a deputado e a senador um compromisso em favor da vida e da família.

Os candidatos devem se comprometer com a causa da vida e da família. A título de sugestão publicamos um termo de ''compromisso'' a ser assinado pelos candidatos.

COMPROMISSO DO CANDIDATO

Eu (Fulano de Tal) candidato a (vereador, deputado/senador) pelo Partido... comprometo-me perante os eleitores a defender no Congresso Nacional (na Câmara Federal ou na Câmara Municipal), se eleito for, a vida ''desde a concepção'' (fertilização), os valores cristãos da família e a votar Não nos projetos de lei que atentem contra a vida e a família, e em especial nos que pretendam legalizar, o aborto e a eutanásia em qualquer situação, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e outros com o mesmo objetivo. Se não cumprir com esse compromisso estou ciente de que, mediante ação popular, poderei perder o mandato que me será confiado, nas eleições de outubro de 2002.

Local e data

Assinatura

Por outro lado, é importante que o candidato, publicamente, se comprometa com nossa causa. Para isso sugerimos que, em público, durante os comícios, sejam feitas perguntas objetivas como:

  1. O Sr., se eleito, promete votar contra os projetos de lei que pretendem legalizar o aborto no Brasil?

2. O Sr. se eleito se compromete a proteger a inviolabilidade da vida humana em toda sua extensão, desde a concepção até a morte natural e combater o crime do aborto, da eutanásia e da manipulação genética?

3. O Sr., se eleito Prefeito (Governador, ou Presidente da República) se compromete a vetar um projeto de lei que pretenda legalizar o aborto, a eutanásia e a união civil de pessoas do mesmo sexo?

4. O Sr., se eleito, se compromete a apoiar a gestante em dificuldade que pretenda abortar, criando centros de apoio a vida?

5. O Sr., se eleito, se compromete a amparar a família, defendendo seus direitos à integridade e combatendo o projeto de lei da união civil de pessoas do mesmo sexo, o chamado ‘casamento gay’ ?

6. O Sr., se eleito, promete lutar para introduzir na rede pública de saúde, os métodos naturais de planejamento familiar?

Ai estão algumas sugestões. Cabe a nós, defensores da vida e da família, esclarecer a posição dos candidatos para que possamos eleger candidatos identificados com nossos objetivos.

 
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