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Neste ano teremos eleições gerais,
para elegermos nossos representantes nas três esferas de Governo: municipal,
estadual e federal. Numa democracia representativa, a
escolha de prefeitos, governadores, vereadores, deputados e senadores, se dá
pelo voto. O voto representa uma procuração que passamos a um candidato a esses
cargos. Quanto eleito, nossos representantes falam e agem em nosso nome. Assim,
a ação do eleito deve refletir a vontade daqueles que o elegeram.
Os partidos políticos tem seus programas. O candidato
apresenta durante a campanha política suas idéias e a plataforma de governo e o
eleitor escolhe votar naquele candidato que melhor lhe convier.
Nem sempre os programas dos partidos e as idéias dos
candidatos são claras, no que diz respeito à defesa da vida em todos os momentos
de sua existência e a preservação dos valores cristãos da família. Daí a
necessidade de o eleitor conhecer melhor o candidato em que dar o seu voto.
Para dar seu voto consciente, o eleitor deverá:
a)
Examinar a
vida pregressa do candidato. Como se comporta em relação a sua família. Que
atitudes tomou em defesa da vida e da família. Como abordou o problema da
corrupção. Com relação à distribuição de renda e da pobreza quais foram suas
atitudes e opiniões, etc.
b)
Se o candidato pretende ser re-eleito verificar como votou
nas questões do aborto, da união civil entre pessoas do mesmo sexo, das
manipulações genéticas, etc. Se é candidato a cargo no Executivo procurar saber
que decisões tomou com relação ao combate ao aborto e se aprovou medidas que
favoreçam sua prática. Essas informações poderão ser obtidas na página da
PROVIDAFAMILIA: http://providafamilia.org clicando
em “Ação Parlamentar”.
c)
É importante que se procure saber, de maneira objetiva, a
opinião do candidato. Por exemplo: Como o candidato votaria um projeto de lei
que pretenda legalizar o aborto no Brasil? Votaria pela aprovação ou pela
rejeição desse projeto? Se eleito aprovaria, ou não um projeto para legalizar o
casamento de homossexuais? Questões como essas definem a posição do candidato
que será cobrado, se eleito.
O que mais teme, um candidato à eleição, é a perda de
votos; é não se reeleger ou deixar de eleger um seu correligionário. Entre a
ação do “lobby” e a pressão do eleitor, o deputado ou senador não tem dúvida em
atender o eleitor. O “lobby” não elege, embora possa ajudar financeiramente na
campanha, mas o eleitor é que detém o poder do voto.
É oportuno observar que o candidato à eleição, que é
apoiado por um deputado deve,
também, merecer ou não nosso voto. O parlamentar não apóia alguém a troco de
nada. Seu apoio representará um compromisso eleitoral. A eleição de um candidato
apoiado por um deputado, por exemplo, poderá representar votos para ele. Por
isso, devemos estar atentos e saber quem apóia quem, nas eleições.
Evidentemente, que um deputado abortista que apóia um candidato quer, também,
obter votos de seu protegido e esse candidato não poderá ter votos de quem
defende o direito à vida.
Há, na Câmara Federal, partidos que se identificam com os
objetivos de grupos internacionais interessados no controle populacional – são
os chamados ‘partidos de esquerda’. Observe-se que dos 9 projetos de legalização
do aborto, 7 são do PT que também apresentou projeto de união civil de pessoas
do mesmo sexo (casamento “gay”). Os parlamentares desse partido votam,
sistematicamente, pela aprovação daqueles projetos. Veja, na página da
PROVIDAFAMÍLIA, http://providafamilia.org como votaram os parlamentares nos
projetos de lei de nosso interesse. Além disso, parlamentares de outros
partidos, simpatizantes desses projetos, integram o Conselho Consultivo do
CFÊMEA, lobby abortista, financiado por organizações internacionais para mudança
da legislação que no sentido de legalizar o aborto, o ‘casamento’ gay, a
esterilização etc. Essa informação
também pode ser encontrada em nossa página,
Em verdade, nem
sempre podemos assegurar que um parlamentar decididamente defenda a vida e a
família tais as implicações políticas desse tema. Alguns por desinformação e boa
fé, outros, por conveniência, outros, ainda, pressionados pelos líderes
partidários e forte ''lobby'', terminam votando SIM nos projetos de interesse de
grupos internacionais que promovem o controle de população. Isso não quer dizer
que não possamos exigir dos candidatos a deputado e a senador um compromisso em
favor da vida e da família.
Os candidatos devem se comprometer com a causa da vida e
da família. A título de sugestão publicamos um termo de ''compromisso'' a ser
assinado pelos candidatos.
COMPROMISSO DO
CANDIDATO
Eu (Fulano de Tal) candidato a (vereador,
deputado/senador) pelo Partido... comprometo-me perante os eleitores a defender
no Congresso Nacional (na Câmara Federal ou na Câmara Municipal), se eleito for,
a vida ''desde a concepção'' (fertilização), os valores cristãos da família e a
votar Não nos projetos de lei que atentem contra a vida e a família, e em
especial nos que pretendam legalizar, o aborto e a eutanásia em qualquer
situação, a união civil entre pessoas do mesmo sexo e outros com o mesmo
objetivo. Se não cumprir com esse compromisso estou ciente de que, mediante ação
popular, poderei perder o mandato que me será confiado, nas eleições de outubro
de 2002.
Local e
data
Assinatura
Por outro
lado, é importante que o candidato, publicamente, se comprometa com nossa
causa. Para isso sugerimos que, em
público, durante os comícios, sejam feitas perguntas objetivas como:
- O Sr., se eleito, promete votar contra os projetos de lei que
pretendem legalizar o aborto no Brasil?
2.
O Sr. se eleito se compromete a proteger a inviolabilidade da vida
humana em toda sua extensão, desde a concepção até a morte natural e combater o
crime do aborto, da eutanásia e da manipulação genética?
3.
O Sr., se eleito Prefeito (Governador, ou Presidente da República)
se compromete a vetar um projeto de lei que pretenda legalizar o aborto, a
eutanásia e a união civil de pessoas do mesmo sexo?
4.
O Sr., se eleito, se compromete a apoiar a gestante em dificuldade
que pretenda abortar, criando centros de apoio a vida?
5.
O Sr., se eleito, se compromete a amparar a família, defendendo
seus direitos à integridade e combatendo o projeto de lei da união civil de
pessoas do mesmo sexo, o chamado ‘casamento gay’ ?
6.
O Sr., se eleito, promete lutar para introduzir na rede pública de
saúde, os métodos naturais de planejamento familiar?
Ai estão algumas sugestões.
Cabe a nós, defensores da vida e da família, esclarecer a posição dos
candidatos para que possamos eleger candidatos identificados com nossos
objetivos.
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