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Roma, 21 abr (Agência Fides) - Após 13 anos da queda do regime comunista soviético, e a abertura de muitos (mas não todos) os arquivos, o conhecimento as reais dimensões das repressões na URSS deu passos significativos, mas ao mesmo tempo, comprovou de uma vez por todas a impossibilidade de se calcular exatamente o número total das vítimas. Muitos dados foram destruídos, e podem ser considerados irrecuperáveis. O número de vítimas deveria incluir os mortos da guerra civil. É preciso contar os executados, (quantas centenas de milhares morreram sem qualquer registro jurídico, nenhum pedaço de papel?), os mortos por fome (três penúrias: 1921-22 na Rússia central, não assistida, 5 milhões de mortos; 1932-33 na Ucrânia e no baixo Volga, induzida, e que deixou 7,7 milhões de mortos; 1946-47, 2 milhões de mortos), seja os mortos por deportação (durante o transporte, em caminhadas a pé, de frio e de fome nos locais de deportação), seja os mortos nos campos, nos trabalhos forçados (por cansaço, incidentes, fome, frio, doenças, tentativas de fuga), seja os mortos durante interrogatórios (pelo menos 250.000). Um cálculo inicial, feito por baixo, registra exclusivamente os mortos registrados oficialmente, oferece uma soma provisória de 20 milhões (O livro negro do comunismo), e todavia, nós temos a certeza que existem várias razões de não incluir todas as mortes no cálculo. Os próprios relatórios elaborados pela polícia política não são sempre atendíveis, porque inspeções e censuras levavam os comandantes dos campos a mentir em relação ao número de morto! s. Sabemos também que era comum libertar prisioneiros á beira da morte, de forma que os índices de morte não se elevassem demais. Recordamos também que a polícia política, em geral, não utilizava os ‘gulags’ para exterminar seus inimigos. As execuções de massa ocorriam, em geral, nas florestas, ou em ‘campos de morte imediata’, dos quais não há sinais nos arquivos, mas que foram recentemente descobertos em algumas áreas do país. Até agora, descobriram-se cerca de cem, muitos deles em proximidade de grandes cidades, como Moscou, São Petersburgo, Kiev, Vilnius.
Foram também muitos, e não registrados, aqueles que perderam a vida durante transferências ou interrogatórios, ou poucos dias depois da libertação. Enfim, muitos arquivos foram destruídos, e em certos casos, como durante a penúria provocada na Ucrânia, nos anos 1932-33, Moscou ordenou especificamente que os óbitos não fossem registrados. Para ilustrar um caso particular de repressão sistemática de uma categoria especial de cidadãos (fiéis), citaremos cifras relativas à Igreja majoritária do país, a ortodoxa. Em 1917, os membros do clero eram 210.000. 130.000 deles foram fuzilados até 1941. Entre os sobreviventes, somente 500 permaneceram livres. Dos 300 Bispos, 250 foram fuzilados e somente 4 estavam ainda livres em 1941. É impossível calcular o número dos fiéis eliminados pela máquina repressiva. Em 1939, no território da URSS, no lugar das 55.000 igrejas existentes em 1917, havia somente 100. Dos 1000 mosteiros existentes, nenhum funcionava (dados da Fundação Russa-Cristã de Seriate (Bérgamo – Itália)
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APELO DE JOÃO PAULO II CONTRA O ÓDIO E A VINGANÇA
Cidade do Vaticano, 21 abr (Agência Fides) - Desde as primeiras notícias dos violentos massacres que estavam ocorrendo em Ruanda, a voz do Santo Padre João Paulo II elevou-se para invocar a reconciliação e a paz. Em 9 de abril de 1994, numa mensagem enviada à comunidade católica de Ruanda, o Papa dirigiu exortou a “não ceder a sentimentos de ódio e vingança, mas praticar o diálogo e o perdão com coragem”. “Nessa trágica fase da vida de sua nação - escreveu o Papa - sejam todos artífices de amor e de paz”. Na solene e festiva abertura da Assembléia especial do Sínodo dos Bispos para a África, domingo, 10 de abril de 1994, do qual os Bispos ruandeses não participaram, João Paulo II expressou profunda preocupação com o País africano, “atormentado por tensões e lutas violentas”. Durante a homilia, o Papa recordou, em especial, “o povo e a Igreja ruandeses, que sofrem com esta impressionante tragédia, consequência das mortes dramáticas dos Presidentes de Ruanda e Burundi. Compartilho com vocês, Bispos, o sofrimento por esta nova, catastrófica, onda de violência e morte que, ao investir seu querido país, tem derramado em proporções impressionantes o sangue de tantos sacerdotes, religiosas e catequistas, vítimas de um ódio absurdo. Junto de vocês, reunidos neste Sínodo Africano, e em comunhão espiritual com os Bispos de Ruanda que não puderam estar aqui conosco, sinto o dever de lançar um apelo, a fim de que seja detida a mão homicida dos violentos. Com vocês, elevo a minha voz e digo a todos: Basta com esta violência! Basta com estas tragédias! Basta com estes massacres homicidas!”. Do mesmo modo, após a oração do Regina Coeli daquele domingo, João Paulo II relançou seu apelo em favor do país africano: “As trágicas notícias que provêm de Ruanda causam grande sofrimento em nossa alma. Um novo e indescritível drama, o assassínio dos Chefes de Estado de Ruanda e Burundi, e suas delegações; o líder do governo ruandês e sua família trucidados; sacerdotes, religiosos e religiosas mortos: ódio, vingança e sangue fraterno derramado em todos os lugares. Em nome de Cristo, lhes suplico, deponham as armas! Não nulifiquem o sacrifício da Redenção, abram seus corações ao imperativo de paz do Ressuscitado! Dirijo meu apelo a todos os responsáveis, assim como à comunidade internacional, para que não desistam de tentar todos os caminhos para acabar com tanta destruição e morte!”.
Os trabalhos do Sínodo da África, o primeiro da história, foram influenciados pelas trágicas notícias de Ruanda. Em 14 de abril, quando o Santo Padre celebrou a Santa Missa em favor do povo ruandês, os membros do Sínodo lançaram um apelo “premente” pela reconciliação e pelo bom êxito das negociações de paz em Ruanda. Numa mensagem, assinada pelos três Presidentes delegados, os padres Sinodais se diziam “profundamente entristecidos pelos trágicos eventos” e se dirigiram “a todos os envolvidos no conflito, a fim de que fizessem calar as armas e pusessem fim às atrocidades e mortes”. Os Padres sinodais pediram também aos ruandeses para “caminhar juntos e revolver seus problemas com o diálogo”, e aos indivíduos e organizações presentes na África ou fora da África, que “usassem sua influência para levar o perdão, a reconciliação e a paz a todo Ruanda”. O apelo foi uma resposta à carta enviada pelos Bispos ruandeses, impedidos de participar do Sínodo em função da trágica situação de seu país. Na carta, lida pelo Secretário Geral do Sínodo, Cardeal Schotte, os Bispos “deploram as violências homicidas que estavam sendo perpetradas no país, pediam solidariedade e orações e auspiciaram que os antagonistas empreendessem iniciativas de paz”. Na mensagem final do Sínodo, publicada em 6 de maio de 1994, advertiu-se que ao “ódio fratricida” que dilacerava os povos africanos, e o “grito da população de Ruanda”, acrescentava-se infelizmente aquele de “grande parte do território do continente africano”. Domingo, 15 de maio de 1994, o Papa rezou a oração do Regina Coeli do Policlinico Gemelli, aonde estava internado após uma queda, e mais uma vez recordou a agonia do povo ruandês: “Sinto o dever de evocar, hoje, novamente - disse o papa - as violências de que são vítimas as populações de Ruanda. Trata-se de um verdadeiro genocídio, e os católicos, infelizmente, também são responsáveis. Dia após dia, me sinto próximo deste povo em agonia, e gostaria novamente de apelar à consciência de todos aqueles que planejam estes massacres e os exercem. Eles estão levando o país a um abisso. Todos deverão responder por seus crimes diante da História, e principalmente, diante de Deus. Basta com o sangue! Deus espera de todos os ruandeses, com a ajuda dos países amigos, a coragem do perdão e da fraternidade”.
Após ser informado do assassinato de 3 Bispos e 20 sacerdotes e religiosos, em 9 de junho de 1994, o Santo Padre João Paulo II enviou uma Mensagem ao povo ruandês, que dizia textualmente: “Estou profundamente chocado com as notícias que me chegam de sua pátria. A situação dramática que Ruanda está vivendo por causa do conflito que o dilacera, me leva a suplicar a Deus, Pai de misericórdia, e a Cristo, que doou sua vida pelos homens, a fim de que permitam a reconciliação desta nação mártir e acolham as vítimas com bondade”. O Papa suplicava a todos os habitantes de Ruanda e aos responsáveis das ações: “Façam todo o possível a fim de que se abram os caminhos da concórdia e da reconstrução do país, tão gravemente atingido... Pastores e fiéis de Ruanda, povo ruandês, saibam que estou próximo de vocês, todos os dias”. Em conclusão do Consistório extraordinário de 13 e 14 de junho de 1994, os Cardeais aprovaram por unanimidade um apelo por Ruanda. Nele, expressavam sua angústia “pelo indescritível horror que o povo de Ruanda estava experimentando”: “Em nome de Deus, - escreveram - suplicamos todos os que estão envolvidos no conflito: deponham as armas e empenhem-se na obra de reconciliação... A grande tragédia de Ruanda releva a urgência que as nações do mundo definam, em termos jurídicos, as modalidades para uma intervenção humanitária... A ausência de tais normas jurídicas continuará a a deixar as nações do mundo impotentes diante de tragédias como a que está ameaçando a vida de muitos inocentes em Ruanda”. De 23 a 29 de junho de 1994, o Santo Padre enviou a Ruanda o Cardeal Roger Etchegaray, Presidente dos Pontifícios Conselhos para a Justiça e a Paz e “Cor Unum”, para uma missão de solidariedade e paz. O Cardeal visitou as dioceses mais atingidas pela guerra, os locais do assassinato dos Bispos e encontrou, em ocasiões separadas, o Presidente ad interino da República e o líder da Frente Patriótica Ruandesa. Leu a ambos a Mensagem ao povo ruandês, que afirmava: “Agora, após ter tocado o fundo do horror, vocês não podem mais ocultar nada de sua miséria. Não se desencorajem, convertam seus corações, aproveitem esta terrível lição de sua história, que talvez seja a última possibilidade de compreender até que ponto pode chegar a sua convicção... Não é suficiente dizer: quero a paz. É preciso fazer a paz, aceitando pagar o preço, que è muito alto em Ruanda… Depois de tantos massacres nefastos (o Papa usa esta expressão), inclusive em suas igrejas, que se tornaram sede de massacres de inocentes, depois da destruição de suas casas, de suas escolas e de seus centros sociais, seu coração está sempre mais ferido... Vim entre vocês, em nome do Papa João Paulo II, para confortar a Igreja enfraquecida, desagregada, decapitada pelo assassinato de três Bispos, numerosos sacerdotes, religiosos, religiosas... Um dia, vocês constatarão a justiça da palavra que mantém viva a Igreja, século após século: ‘o sangue dos mártires é a semente dos cristãos’. Povo ruandês, vocês são chamados por Deus a iniciar uma nova página de sua história, escrita por todos os seus irmãos. Acreditem, vocês estão perdendo sua honra de cristãos e de homens”.
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OS GENOCÍDIOS ÉTNICOS DO SÉCULO XX
Roma, 21 abr (Agência Fides) - O século XX, definido pelos históricos como “o século dos totalitarismos”, passará para a História como o “século dos genocídios”. São inúmeras as tentativas, deliberadas e sistemáticas - perpetradas em diversas partes do mundo e em vários períodos do século - de exterminar um povo inteiro, de cancelar seus sinais lingüísticos, culturais e religiosos. O genocídio dos Judeus será aquele pelo qual o século XX será tragicamente recordado nos livros de história: no âmbito da segunda guerra mundial, (1939-1945), a Europa viveu o Holocausto, o genocídio do povo hebraico. Seis milhões de judeus foram exterminados pela Alemanha de Hitler, no poder desde 1933. A motivação ideológica principal foi o racismo, visto como afirmação da superioridade do povo alemão, considerado de “pura raça ariana”, contra o “inimigo hebraico”. A realização do plano foi possível graças ao fato que Hitler transformou a Alemanha em um estado totalitário. O planejamento científico do massacre teve aspectos terríveis, desumanos: uma verdadeira fábrica de extermínio. O racionalismo macabro da ideologia nazista chegou a ponto de reutilizar material orgânico (como cabelos e próteses dentárias de ouro) dos cadáveres das pessoas mortas nas câmaras a gás. Um Holocausto que a humanidade define “impensável e indescritível”, mas que teve lugar no coração da civilizada Europa moderna. Antes do genocídio hebraico, houve o do povo armênio, que teve início dos primeiros meses de 1915, com o partido dos Jovens Turcos, oficiais nacionalistas do Império Otomano. O regime planejou atentamente a eliminação dos Armênios. Inicialmente, o plano foi camuflado com o nome de “evacuação militarmente necessária em zonas de guerra”. Em setembro de 1915, o grande genocídio foi considerado terminado: durante a deportação e nos campos de extermínio no deserto sírio, perderam a vida cerca de um milhão e meio de armênios.
Ainda no Oriente Médio, permanece aberta ainda a questão do povo curdo, “nação sem pátria”, povo deslocado em territórios pertencentes à Turquia, Síria, Irã e Iraque. Nos anos da feroz ditadura de Saddam Hussein, os curdos sofreram uma tentativa de faxina étnica, tendo sido vítimas também de armas químicas. O exército iraquiano destruiu aldeias inteiras com dinamite e bulldozer, enquanto a população, estabelecida no Norte do Iraque, foi deportada para áreas desérticas, com o objetivo de extirpá-los de suas terras e cancelar sinais de suas tradições e cultura. A tentativa de genocídio, que deixou milhares de vítimas, foi detida exclusivamente graças à comunidade internacional. Igualmente grave, por número de mortos, foi um dos genocídios mais recentes, praticado na península da Indochina: o cambojano, perpetrado pelo regime dos “khmer vermelhos”. O cruel governo do famigerado Pol Pot, líder marxista morto poucos anos atrás, é acusado de ter causado o autogenocídio da própria população: de 1975 a 1979, cerca de dois milhões de cambojanos morreram de fome, doenças, e em conseqüência das violências e execuções dos fanáticos revolucionários maoístas que governavam a Camboja. Também os povos da China sofreram um massacre de origem ideológica: pelo menos 48 milhões de chineses foram eliminados pelo regime de Mao, entre o “Grande Salto”, as purgas, a revolução cultural e os campos de trabalhos forçados, de 1949 a 1975.No período de 1965-67, quase um milhão de comunistas na Indonésia do regime de Suharto foram deliberadamente eliminados pelas forças governamentais indonésias. Entre 1974 e 1999, foram eliminados por grupos para-militares pró-Indonésia 250 mil pessoas da população de Timor Leste.
Nesta longa lista de genocídios praticados por razões político-ideológicas deve ser acrescentado também o sofrido no Sudão por 1,9 milhões de cristãos e animistas, mortos em conseqüência do bloqueio imposto pelo governo de Cartum, ao impedir a distribuição de ajudas humanitárias destinadas ao Sul do país. Citamos ainda os genocídios verificados na América Latina, aonde, da Revolução mexicana aos ‘desaparecidos’, às vítimas das ditaduras militares do século XX, estima-se que tenham sido mais de um milhão as vítimas da violência de Estado dos regimes sul-americanos. E ainda, o genocídio na Amazônia: calcula-se que quase 800 mil índios foram mortos em um século, humilhados e explorados. A respeito de eliminação de grupos étnicos, ao entrar em contato com novas formas de civilização, não se pode omitir o caso dos aborígines australianos. Segundo reconstruções históricas, a partir do século XIX, os indígenas nativos da região da Tasmânia foram sistematicamente mortos como animais, envenenados ou ‘desaparecidos’, com o aval das autoridades governamentais. Indo atrás na História, o caso dos aborígines recorda um dos genocídios mais antigos da idade moderna: o dos pele-vermelha, na América do Norte. No início do século XVI, quando chegaram os primeiros europeus, a região era habitada por cerca de um milhão de pele-vermelha, divididos em 400 tribos e 300 famílias lingüísticas. O extermínio dos povos indígenas foi praticado sobretudo por exércitos americanos e ingleses, que, querendo se expandir ao interior da América do Norte, expulsaram os nativos americanos de suas terras e propr! iedades, realizando verdadeiros massacres, sem poupar mulheres e crianças. Hoje, os índios não formam mais uma nação: uma parte integrou-se completamente à civilização branca, enquanto outra vive em algumas centenas de reservas dispersas nos territórios norte-americanos e canadenses. Em muitos episódios de homicídios de massa, os históricos falam de massacres e “genocídios”, que se verificam igualmente em nossos tempos: a situação dos Bálcãs, na Europa; a Ásia, os casos de Tibet, Índia, Bangladesh, Myanmar, Indonésia, Timor Leste, Sri Lanka, Laos, Vietnã; na África, os massacres praticados na Nigéria, Sudão, Ruanda e Burundi, Uganda, Guiné Equatorial, Etiópia; as tragédias de Guatemala, El Salvador, Colômbia, Argentina, Paraguai e Brasil. Todas violências realizadas de forma abrangente, que recordam que a nossa época não é imune do perigo de um genocídio.
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O MARTIROLÓGIO DA IGREJA EM RUANDA EM 1994
Cidade do Vaticano, 21 abr (Agência Fides) - Em Ruanda, país atingido em 1994 por uma tragédia desumana, o número de vítimas é tão alto que se pode afirmar que a Igreja tenha sofrido um verdadeiro holocausto. Segundo dados recolhidos pela Agência Fides, foram 248 as vítimas entre o pessoal eclesiástico, incluindo cerca de quinze mortos por maus-tratos, carência de cuidados médicos e desaparecidos, pessoas das quais não se há notícias, e que portanto, foram considerados mortas. E certamente esta lista é ainda incompleta. Perderam a vida em Ruanda, em 1994: 3 Bispos e 103 sacerdotes (100 diocesanos de todas as 9 dioceses do País, e 3 Padres jesuítas), 47 irmãos de 7 institutos (29 Josefinos, 2 Franciscanos, 6 Maristas, 4 irmãos da Santa Cruz, 3 irmãos da Misericórdia, 2 Beneditinos e 1 irmão da Caridade). As 65 religiosas pertenciam a 11 institutos: 18 religiosas Benebikira, 13 irmãs do Bom Pastor, 11 irmãs Bizeramariya, 8 irmãs Beneditinas, 6 irmãs da Assunção, 2 religiosas da Caridade de Namur, 2 dominicanas Missionárias da África, 2 filhas da Caridade, e 1 respectivamente das Auxiliadoras, de Notre Dame du Bon Conseil e das Pequenas irmãs de Jesus. A estas, acrescenta-se ao menos 30 leigas de vida consagrada de 3 institutos (20 Auxiliárias do Apostolado, 8 do Instituto “Vita et Pax” e 2 do Instituto São Bonifácio).
BISPOS Dom Vincent Nsengiyumva, arcebispo de Kigali Gakurazo 5/6 Dom Joseph Ruzindana, bispo de Byumba Gakurazo 5/6 Dom Thaddee Nsengiyumva, bispo de Kabgayi Gakurazo 5/6
SACERDOTES DIOCESANOS (POR DIOCESE) Diocese de Butare Pe. Firmin Butera, pároco de Higiro Butare 31/5 Pe. Justin Furaha, pároco de Save Butare 31/5 Pe. Alexis Kayumba, coadjutor de Cyahinda Kiruhura início de julho Pe. Charles Ncogoza, pároco de Cyahinda Cyahinda ? Pe. Matthieu Ngirumpatse, coadjutor de Nyanza Nyanza fim de abril Pe. Francois Ngomirakiza, pároco de Karama Ndago 5/7 Pe. Callixte Nkeshumpatse, coadjutor de Gakoma Bugesera ? Pe. Segond Ntibaziga, diretor escola enfermagem Gakoma 7/5 Pe. Innocent Nyangezi, coadjutor de Nyanza Nyanza fim de abril Pe. Tharcise Rubingiza, professor seminário Nyakibanda Gisagara 26/4 Pe. Jean Bosco Yilirwahandi, pároco de Nyanza Nyanza fim de abril Pe. Felicien Muvara ? Também morreram depois de 7 de abril, doentes e sem curas médicas, mais quatro sacerdotes: Boniface Musoni, Jean Ntiyamira, Vital Rutayire e Narcisse Semuliro.
Diocese de Byumba Pe. Alexis Havugimana abril Pe. Joseph Hitimana fim de abril Pe. Augustin Mashyendeli Nyinawimana abril Pe. Gaspard Mudashimwa, professor seminário Rwesero Rwesero 1/4 Pe. Ladislas Muhayemungu abril Pe. Celestin Muhayimana Nyinawimana abril Pe. Fidele Mulinda abril Pe. Faustin Mulindwa abril Pe. Christian Nkiliyehe abril Pe. Athanase Nkundabanyanga, ecônomo diocesano abril Pe. Thaddee Ciza (considerado morto) abril
Diocese de Cyangugu Pe. Joseph Boneza, pároco de Mibirizi Cyangugu 19/5 Morreu também, doente e sem cuidados, o Pe. Innocent Gashugi.
Diocese de Gikongoro Pe. Straton Gakwaya, ecônomo diocesano Kigali 7/4 Pe. Boniface Kanyoni, coadjutor de Kibeho Kigali 7/4 Pe. Pierre Canisius Mulinzi, coadjutor de Mbuga Gikongoro 13/5 Pe. Aloys Musoni, coadjutor de Cyahinda Gikongoro 13/5 Pe. Pierre Ngoga, pároco-decano de Kibeho Butare 31/5 Pe. J.M.Vianney Niyirema, pároco-decano de Kaduha Kigali 7/4 Pe. Joseph Niyomugabo, pároco-decano de Cyanika Cyanika 24/4 Pe. Irenee Nyamwasa, pároco de Mbuga Gikongoro 13/5 Pe. Alfred Nzabakurana, responsável didático Kigali 7/4 Pe. J.M.Vianney Rwanyabuto, pároco de Muganza Gisagara 26/4 Pe. J.M.Vianney Sebera, pároco de Simbi Ndago 5/7 Pe. Callixte Uwitonze, coadjutor catedral de Gikongoro Nyanza fim de abril
Diocese de Kabgayi Pe. Fidele Gahonzire, capelão do hospital de Kabgayi Gakurazo 5/6 Pe. Tharcisse Gakuba, coadjutor de Muyunzwe Kabgayi 24/5 Dom Innocent Gasabwoya, ex Vicario geral Gakurazo 5/6 Pe. Alfred Kayibanda, coadjutor catedral de Kabgayi Gakurazo 5/6 Pe. Alphonse Mbuguje, pároco de Kinazi Cyangugu maio Pe. Francois-Xavier Muligo, pároco catedral de Kabgayi Gakurazo 5/6 Pe. Callixte Musonera, pároco de Kayendi Kabgayi 24/5 Pe. Sylvestre Ndaberetse, ecônomo diocesano Gakurazo 5/6 Pe. Celestin Niwenshuti, coadjutor a Byimana Kabgayi 24/5 Pe. Bernard Ntamugabumwe, responsável didático Gakurazo 5/6 Pe. Jean Baptiste Ruzigana, coadjutor em Gitarama Kibangu meados de julho Dom J.M.Vianney Rwabilinda, vigário geral Gakurazo 5/6 Pe. Emmanuel Uwimana, reitor do semnário menor Gakurazo 5/6 Pe. Francois Twagilimana, coadjutor em Kinazi Masango julho Pe. J.M.Vianney Rusinghizandekwe (desaparecido e considerado morto)
Diocese de Kibungo Pe. Joseph Gatare, diretor escola Mukarange Mukarange 12/4 Pe. Elisée Mpongano, pároco de Bare Kibungo 15/4 Pe. Jean Bosco Munyaneza, pároco de Mukarange Mukarange 12/4 Pe. Evode Mwanangu, coadjutor de Rukoma Rukoma 8/4 Pe. Michel Nsengiyumva, pároco de Rukoma Kibungo 18/4 Pe. Justin Ruterandongozi, coadjutor de Rukoma Rukoma 7/4 Eugene Ntagungira, seminarista maior Kabarondo ?
Arquidiocese de Kigali Pe. Ananie Rugasira, ecônomo seminário menor Ndera Ndera 9/4 Pe. Felix Kabayiza entre Rutongo e Byumba abril Em Pe. Alexandre Ngeze morreu em Rilima, vítima de malária e maus-tratos sofridos Pe.de Joseph Harerimana e Canisius Ndekezi desapareceram e foram considerados assassinados.
Diocese de Nyundo Pe. Mathias Gahinda, pároco de Mubuga Kibuye abril Pe. Edouard Gakwandi, coadjutor de Nyundo Nyundo 9/4 Pe. Silas Gasake, pároco de Kibingo Nyundo 9/4 Pe. Albert Gashema, pároco de Mubuga nella foresta abril Dom Louis Gasore, pároco de Muhororo Muhororo abril Pe. Thaddée Gatore, pároco de Kivumu Kivumu 13/4 Pe. Antoine Habiyambere, coadjutor de Rambura Rambura 7/4 Pe. Spiridion Kageyo, pároco de Rambura Rambura 7/4 Pe. Callixte Kalisa, responsável didático Nyundo 9/4 Pe. Clement Kanyabusozo, pároco de Mushubati Nyundo 9/4 Pe. Ferdinand Karekezi, coadjutor de Nyundo Nyundo 9/4 Pe. Robert Matajyabo, coadjutor de Mushubati Nyundo 9/4 Pe. Denis Mutabazi, coadjutor de Kibingo Gakurazo 5/6 Pe. Sylvere Mutiganda, coadjutor de Murunda Murunda 8/4 Pe. Herman Mwambali, aposentado em Nyundo Nyundo 9/4 Pe. Antoine Niyitegeka, coadjutor de Rambura Rambura 7/4 Pe. Augustin Nkezabera, pároco de Muramba Muramba 7/4 Pe. Venuste Nsengiyumva, coadjutor de Kivumu Kivumu 7/4 Pe. Augustin Ntagara, pároco de Gisenyi Gisenyi 7/4 Pe. Vedaste Nyilibakwe, professor do seminário maior Kabgayi 24/5 Pe. Adrien Nzanana, pároco de Kibingo Nyundo 7/4 Pe. Aloys Nzaramba, chanceler Diocese de Nyundo Nyundo 9/4 Pe. Innocent Ruberizesa, pároco de Birambo Birambo abril Pe. Theophile Rutagengwa, coadjutor de Muramba Kibuye abril Pe. Francois Rwigenza, pároco de Muhororo Muhororo abril Pe. Deogratias Rwivanga, coadjutor de Kibuye na floresta abril Pe. Alfred Niyitegeka entre Rutongo e Byumba abril Pe. Narcisse Sebasare, coadjutor de Birambo Birambo abril Pe. Joseph Sekabaraga, pároco de Biruyi Biruyi 13/4 Pe. Boniface Senyenzi, coadjutor de Kibuye Kibuye abril Pe. Deogratias Twagirayezu, professor do seminário menor Nyundo 7/4
Diocese de Ruhengeri Pe. Jerome Sembagare, diretor da escola de Janja Goma 16/7
RELIGIOSOS, RELIGIOSAS E LEIGOS CONSAGRADOS
SACERDOTES
Missionários da África (Padres Brancos) Pe. A. Caloone, francês, e Pe. J. Vallmajo, espanhol. Abaixo, a lista dos missionários mortos em 1994.
Padres Jesuítas Pe. Patrick Gahizi, Superior regional em Ruanda Kigali 7/4 Pe. Chrysologue Mahame Kigali 7/4 Pe. Innocent Rutagambwa Kigali 7/4
IRMÃOS
Josefinos Fr. Anicet Butera, noviço em Gisenyi abril Fr. Pierre Gacamumakuba, em descanso Nyamirambo 10/6 Fr. Viateur Gakwerere, estudante Nyundo 7/6 Fr. Stanislas Gofi, em descanso Nyamirambo 7/6 Fr. Emmanuel Itegekwanande, em descanso Nyamirambo 7/6 Fr. Aloys Cadali, professor em Kabgayi abril Fr. Louis Kaneza, diretor da escola profissional Nyamirambo 7/6 Fr. Alexandre Kayitera, estudante em Kabgayi Nyamirambo 7/6 Fr. Aimable Mazimpaka, professor em Nyundo Nyundo 9/4 Fr. Emmanuel Mugabo, secretário geral em Kabgayi Kabgayi 24/5 Fr. Martin Munyanshongore, ex superior geral Kabgayi 24/5 Fr. Fidele Murekezi, diretor em Kabgayi Kabgayi 24/5 Fr. Guillaume Murangwa, professor em Nyamasheke Nyamasheke 14/4 Fr. Michel Murenzi, estudante em Nyamasheke Kabgayi 24/5 Fr. Anaclet Musonera, ecônomo da escola de Nyamasheke Nyamasheke 14/4 Fr. Jonathan Mwitirehe, noviço em Nyundo Nyundo 9/4 Fr. Mathias Mwumvaneza, ex-ecônomo geral Kicukiro 9/5 Fr. Boniface Ndayisenga, diretor da Cerai em Birambo Birambo 25/4 Fr. Louis Nsengiyumva, estudante em Kabgayi Kabgayi 24/5 Fr. Jean Baptiste Nsinga, superior geral Gakurazo 5/6 Fr. Frederic Nyakaytru, diretor da escola de Gisenyi Gisenyi 8/4 Fr. Theophile Rusezerangabo, estudante em Kabgayi Kabgayi 24/5 Fr. Jean Baptiste Rutagengwa, estudante em Nyamasheke Kabgayi 24/5 Fr. Louis Rwahigi, em descanso em Nyamirambo Nyamirambo 7/6 Fr. Gerard Rwaka, encarregado documentação em Nyamirambo Nyamirambo 7/6 Fr. Joseph Sahabu, prefeito de estudos em Birambo Birambo 25/4 Fr. Ladislas Sinigenga, diretor em Nyamasheke Nyamasheke abril Fr. Vivens Mugwiza, prefeito da disciplina em Rwamagana, e Fr. Balthazar Ntibagendeza, mestre dos noviços em Gakurazo, desapareceram em 23/7/1994 e acredita-se que tenham sido mortos.
Frades menores (Franciscanos) Fr. Georges, da comunidade de Mbazi (Butare) ? abril Fr. Jacques Gashugi, doente e sem assistência, morreu em Cyangugu em 17/5/1994.
Marisas Fr. Fabien Bisengimana, de 45 anos Kabgayi 24/5 Fr. Gaspard Gatari, de 41 anos Kabgayi 24/5 Fr. Christophe Mannion, assistente geral Save 1/7 Fr. Pierre Canisius Nyilinkindi, de 35 anos Kabgayi 24/5 Fr. Joseph Rushigajiki Save 1/7 Fr. Etienne Rwesa, ex superior provincial na frontiera com o Burundi 26/4
Irmãos da Misericórdia Fr. Francois Bizimana Butare 8/5 Fr. Jean-Baptiste Gahamanyi Butare 8/5 Fr. Faustin Rukelibuga Butare 8/5
Beneditinos Fr. Gaetan Gatera Gihindamuyaga 22/4 Fr. Antoine Rutagengwa Gihindamuyaga 22/4
Irmãos da Caridade Fr. Dominique Munyurangabo ? ?
Irmãos da Santa Cruz Quatro imrãos do convento de Rango (Butare), desaparecidos e considerados mortos.
RELIGIOSAS
Irmãs Auxiliadoras Irmã Liberata Marie Grace Mukagatare Kigoma maio
Irmãs Benebikira Irmã Alphonse Muhororo abril Irmã Benigna Nakana, responsável do projeto Nkunganire Kabgayi 24/5 Irmã Candida Nyundo 9/4 Irmã Edmonde M. Nyirabudeyi, superiora de Nyumba Nyumba abril Irmã Emilienne, adm. seminário menor de Nyundo Nyundo 9/4 Irmã Francoise Xavier, superiora de Muhororo Muhororo abril Irmã Gerarda Mariya, ecônoma Muhororo abril Irmã Giovanna, em serviço no Bispado Nyundo 9/4 Irmã Jullien, em serviço no Bispado Nyundo 9/4 Irmã Letizia, professora de escola primaria Nyundo 9/4 Irmã Marie Augustin, responsável do projeto APSB Nyanza abril Irmã M.Claire Mukabisangwa, professora na escola social Kicukiro 6 ou 7/4 Irmã M.Francoise Mukampalirwa, superiora em Nyanza Nyanza abril Irmã Marie Paula Simbi 18/4 Irmã Pelagie, ecônoma Simbi 18/4 Irmã Pierre Claver Yankulije, responsável do centro sanitário Simbi 18/4 Irmã Regis, professora Muhororo abril Irmã Carola, adm. seminário menor de Rwesero Rwesero abril Irmãs Beneditinas do mosteiro de Sovu, em Butare Irmã Stephanie Kamanzi Ndago 5/7 Irmã Theonilla Kayitesi Ndago 5/7 Irmã Fortunata Mukagasana Ndago 5/7 Irmã Therese Mukarumbibi Ndago 5/7 Irmã Julienne Mukankusi Ndago 5/7 Irmã Hermelinda Musabyemungu Ndago 5/7 Irmã Agnes Nyirahabimana Ndago 5/7 Irmã Bernadette Nyirandamutsa Ndago 5/7 Irmãs Bizeramariya Irmã Candida Mukabaziga Gisenyi Irmã Marie Mukamusana Gisenyi Irmã Alphonsine Mukandamage na estrada para Byumba 10/5 Irmã Marie Grace Mukanyangezi maio Irmã Yolanda Mukarugina na estrada para Byumba 10/5 Irmã Maria Mukashema na estrada para Byumba 10/5 Irmã Seraphine Nyirandamutsa na estrada para Byumba 10/5 Irmã Antonia Nyiragirinka na estrada para Byumba 10/5 Irmã Dominiko na estrada para Byumba 10/5 Irmã Tatiyana na estrada para Byumba 10/5 Irmã Marie Salomé Nyirakanani morta vítima de maus-tratos
Irmãs de Notre Dame du Bon Conseil Irmã Annunciata Mukarugina, responsável do centro sanitário Rwesero 5/5
Irmãs da Assunção Irmã Gratia Maria Kangofero, de 58 anos Birambo 26/4 Irmã Boniface Eugenie Mukambera, de 48 anos Birmabo 26/4 Irmã Hilda Maria Mukandinda, noviça de 28 anos Birmabo 26/4 Irmã Anne Marie Mukashema, noviça de 30 anos Birmabo 26/4 Irmã Alphonse Marie Nyirangilimana, de 50 anos Birmabo 26/4 Irmã Kristofa Nyirabatware, de 55 anos redondezas Tumba abril
Irmãs da Carità de Namur Irmã Cassilda Mukankwaya, superiora de Ndera (Kigali) Kigali 15/4 Irmã Marie Bernard na estrada para Byumba 10/5
Irmãs del Buon Pastore Irmã Demetrie Kangabe Kamonji 22/5 Irmã Anatholie Kayiranga Kamonji 22/5 Irmã Marguerite Kayitesi Kamonji 22/5 Irmã Vestine Mujawayezu Kamonji 22/5 Irmã Epiphanie Mujuganye Kamonji 22/5 Irmã Francine Mukamusoni, professa desde 20/9/1992 Kamonji 22/5 Irmã Jacqueline Mukangarambe Kamonji 22/5 Irmã Marie Esperance Mukashema Kamonji 22/5 Irmã Beata Muteteli Kamonji 22/5 Irmã Enatha Mwanayire Kamonji 22/5 Irmã Demetrie Niyirora Kamonji 22/5 Irmã Pascasie Umugiraneza Kamonji 22/5 Irmã Marie Goretti Uwayezu Kamonji 22/5
Irmãs Domenicanas Missionárias da África Irmã Esperance, candidata prefeitura de Byumba Irmã Christina, candidata prefeitura de Byumba
Irmãs Filhas da Caridade Duas postulantes assassinadas em Birambo em abril
Pequenas irmãs de Jesus Uma irmã assassinada em Masaka em abril
LEIGAS CONSAGRADAS
Instituto secular “Vita et Pax” Marie Rose Mukabadege assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Francine Mukakayange assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Winifrida Mukamana assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Immaculée Mukamuligo assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Bellancila Mukayitesi assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Therese Murekeyisoni assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Beatrice Nyirangirababyeyi assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4 Florence Umutesi assassinada no Centre Christus de Remera em 7/4
Auxiliadoras do Apostolado Foram assassinadas mais de 20
Instituto São Bonifácio Patricia Ntawuyigenga morta enquanto fugia para Burundi em 22/4 Alexis Nyirbajyambere morta enquanto fugia para Burundi em 22/4
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Fonte: MSNews
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