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Rogai por nós, pecadores!
Maria deve ser venerada como mãe de Jesus e, sobretudo, como a Mãe de Deus
No diário de um tripulante de submarino, durante a segunda Guerra mundial, estava escrito:
O dia começou calmo. O mar estava tranqüilo.Não havia, sequer, sinal do inimigo. De repente, toca o alarme. O comandante dá, imediatamente, ordem de submergir. “Inimigo à vista!”
Logo a seguir, caem as primeiras bombas submarinas.
Estamos todos, sentados, de prontidão. Com os rostos, sérios e pálidos, aguardamos que a primeira bomba nos acerte. E sabíamos que seria o fim.
Ouvíamos os estrondos das detonações, enquanto o barco navegava rápido, debaixo d’água.
Subitamente, Hein, que estava à minha frente, retira um rosário do bolso e começa a rezar. Era a primeira vez, que um de nós, rezava na frente dos outros. E ninguém riu!
“Ei, Hein, dê-me um pedaço do Rosário, também sou católico”.
Era um quadro interessante: as mãos calejadas de um homem, pedindo o rosário...
Hein arranca um pedaço e o dá a ele.
Lá fora a batalha terrível continuava.
“Dê-me um pedaço também!”
“Pra mim também!”
Hein ficou só com um pedacinho e com a cruz na sua mão.
Cinco homens estavam recitando o rosário e ninguém ria deles.
“Ei, dê-me a cruz, sou protestante”.
Hein dá-lhe a cruz.
Por alguns minutos, esquecemos os estrondos da batalha.
Depois de aproximadamente uma hora, conseguimos escapar do inimigo.
(Aprendendo com a Vida - Pierre Lefèvre)
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