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Estava a comunidade sentada à mesa a cear, quando solicitaram a ajuda de um sacerdote par para atender um enfermo. Levantei-me imediatamente e segui o portador.
Chegado ao destino, verifiquei tratar-se de uma senhora já idosa, que jazia obre o leito sem sentidos. Poucos minutos após batem à porta e entra um médico, bom cristão.
Tendo visto o sacerdote com o Santo Viático, quis fazer uma obra de caridade e o seguiu, rque sabia que o médico do lugar estava ausente.
Seus esforços obtiveram pronto resultado. Era apenas um desmaio, disse ele. Comuniquei à doente que era muito surda, a opinião do médico, e pretendia ausentar-me. Mas a pobre insistiu muito para que lhe ministrasse os Santos Sacramentos porque ela morreria.
Atendo o pedido da velhinha, a confessei e dei o Santo Viático .
A nossa residência ficava ali perto. Disse, pois, que me chamassem se piorasse.
De manhã cedo me chamam com urgência. Estava ela inteiramente paralítica, mas conservava a plena lucidez de espírito.
Recebeu a “Extrema–Unção’. Veio outro médico, examinou-a cuidadosamente. Era uma ameaça de congestão, mas já passou o perigo, disse ele”.
Deu ordem para que às três horas a levassem á Casa de Saúde, a fim de que tivesse o devido tratamento, pois, em
Poucos dias havia de estar restabelecida.
No entanto, antes das três horas, o corpo da velhinha não respirava mais vida, envolvera-se ao gélido frio da morte.
Dois médicos, bons e conscienciosos, não reconheceram a gravidade da doença, mas a senhora pressentira que sua morte e insistira em receber os Sacramentos.
Era ela, grande devota do Sagrado Coração de Jesus e em todas as primeiras sextas-feiras do mês ,fazia a Comunhão Reparadora.
Jesus não permitiu que esta sua devota, que pela Comunhão Reparadora tantas vezes consolara o seu coração magoado, morresse sem receber o Santo Viático.
Cumpriu nela a grande Promessa da Primeira Sexta-feira do Mês.
Santo Viático-Sacramentoda Eucaristiaa Moribundos
JMJ
Extraído do livro da ed. Vozes: Leituras Eucharisticas de 1935 - Frei Mariano Wentzen, cedido pela dileta amiga de Caxambu - MG, Geralda Maia. (Pág.66)
Colaboração de Maria de Lourdes Salles e Passos - Niterói – RJ - Paróquia São Francisco Xavier
20- A Graça da Comunhão Reparadora (Pág.44)
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