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Se já durante a vida, a santa Communhão, recebida com fé e devoção, enche a alma de consolo e a conforta para a luta, mais sensivelmente notaremos estes admiráveis effeitos na derradeira communhão, sobre o leito de morte.
Esta é um verdadeiro viatico que anima, consola e conforta.
Entre os numerosos exemplos que a história registra, quero apenas citar o seguinte:
O grande Marechal Radetzki, um dos maiores cabos de guerra que a história conhece, adoeceu gravementeem Verona, preparando-se devidamente para a última luta, a mais renhida e mais importante de toda a sua vida.
O Bispo Kiccabona de triestre administrou-lhe o Santo Viático.
O Marechal recebeu-o com profunda devoção, segurando na sua dextra erguida o santo rosário.
Manifestou em voz alta sua fé e seu amor a Jesus Sacramentado, edifficando e commovendo até às lágrimas, todas as pessoas presentes.
Passado uma hora, pediu que o senhor bispo o visitasse novamente.
Quando o digno prelado entrou, o Marechal estendeu-lhe os braços, e com o resto resplandecente de interna alegria, disse:
“Senhor Bispo, vinde, quero abraçar-vos! Alegria tão profunda e tão suave, jamais experimentei em toda a minha vida, como a que senti ao receber a Jesus como viático para a minha viagem à eternidade.
O santo Viático, tão cheio de doçuras parece-me a grande recompensa da Communhão freqüente durante a minha vida”.
Ah! Quem não deseja, na hora do último combate na hora das angústias e das aflições, na última agonia as doçuras da presença de Jesus, nosso fiel migo e companheiro! Procuremos merecer tal graça pela Communhão freqüente.
JM
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