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Influência da Virgem Maria na vida da Igreja PDF Imprimir E-mail
Escrito por João Paulo II   
1. Depois de ter refletido sobre a dimensão Mariana na vida eclesial, dispomo´nos agora a pôr em evidência a imensa riqueza espiritual que Maria comunica à Igreja, com o seu exemplo e a sua intercessão.

Desejamos, antes de mais, deter´nos a considerar brevemente alguns aspectos significativos da personalidade de Maria, que oferecem a cada fiel indicações preciosas para acolher e realizar plenamente a própria vocação.

Maria precedeu´nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve´se e aprofunda´se durante toda a sua experiência terrena. É audaz a sua fé, que na Anunciação crê no humanamente impossível e em Caná impele Jesus a realizar o primeiro milagre, provocando a manifestação dos seus poderes messiânicos (cf. Jo. 2,1´5). Maria educa os cristãos a viverem a fé como caminho empenhativo e envolvente, que, em todas as épocas e situações da vida, requer audácia e perseverança constante.

 
São João Vianney e o primado da palavra de Deus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Pe. Vital Corbellini   

João M. Vianney foi um presbítero que primou pela palavra de Deus. Ele não só a proclamava aos outros, na sua melhor forma, com preparação e meditação, mas vivia-a em sua integridade. Seguindo-lhe o exemplo, a palavra de Deus deve ganhar sentido em nossa vida de presbíteros pela escuta e sua objetividade. Jesus diz: “Bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”(Lc 11,28). Estamos num período muito importante em nível social e eclesial, com a V CELAM, cujo tema foi: Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que nossos povos nele tenham vida. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14,6). O tema é bíblico e, ao mesmo tempo, cristológico no discipulado e na missionariedade com a vida de Jesus Cristo.

 
Aprendendo com Leão XIII - Encíclica Rerum Novarum - Doutrina Social da Igreja PDF Imprimir E-mail
Escrito por Papa Leão XIII   
A sede de inovações que há muito tempo se apoderou das sociedades e as e as têm numa agitação febril, devia, tarde ou cedo, passar das regiões políticas para a esfera vizinha da economia social. Efetivamente, os progressos incessantes da indústria, os novos caminhos em que entraram as artes, a alteração das relações entre os operários e os patrões, a influência da riqueza nas mãos dum pequeno número ao lado da indigência da multidão, a opinião enfim mais avantajada que os operários formam de sí mesmos, e a sua união mais compacta, tudo isso, sem falar na corrupção dos costumes, deu em resultado final um temível conflito.
 
A Igreja não tem o poder de anular casamentos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Côn. José Geraldo Vidigal   

A doutrina da Igreja  sobre o matrimônio e suas naturais conseqüências é clara e precisa, uma vez que ela simplesmente prega o ensinamento de Jesus : “O que Deus uniu o homem não separe”, como está em Mateus capítulo19,6. Cristo, aliás,  acrescentou:  que todo aquele que repudiar sua mulher e casar com outra comete adulterio; e o que se casar com uma repudiada, comete adulterio”(v.9).

 

 
A Transfiguração, um esplendor do Reino PDF Imprimir E-mail
Escrito por Tradução de Pe. José Artulino Besen   
Os evangelistas sinóticos – Mateus, Marcos, Lucas – narram o evento da Transfiguração de modo quase idêntico: Jesus toma consigo Pedro, Tiago e João – os dois últimos são irmãos -, mais vezes companheiros seus privilegiados “porque eram mais perfeitos do que os outros”, afirma S. João Crisóstomo; Pedro, porque amava a Jesus mais do que os outros, João porque era amado por Jesus mais do que os outros, e Tiago porque se unira na resposta do irmão: “Sim, podemos beber do teu cálice”(cf. Mt 20,22).
 
Benefícios do perdão PDF Imprimir E-mail
Escrito por Dom Genival Saraiva   
Perdoar é uma das atitudes mais difíceis na vida de milhares de pessoas. O fato de alguém pedir perdão a outrem equivale a dizer que reconhece seu erro e sua culpa, por isso, vai ao encontro de quem foi, efetivamente, atingido por sentimentos, palavras e atos que feriram a sua dignidade. O fato de alguém perdoar significa dizer que reconhece sinceridade no arrependimento daquele que vai ao seu encontro, com a disposição de mudar de atitude.
 
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