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Papa Francisco: a corrupção é pior que o pecado PDF Imprimir E-mail
Escrito por Mirko Testa - www. aleteia.org   
A corrupção é o mal da nossa época, que se alimenta de aparência e aceitação social, cresce como medida da ação moral e pode consumir a partir de dentro, em uma atitude de "mundanidade espiritual", quando não "esclerose do coração", até mesmo na própria Igreja. E se para o pecado existe perdão, para a corrupção, não. Por isso, a corrupção precisa ser curada.
 
Esta é a crítica mordaz e impiedosa que emerge de algumas páginas escritas em 2005 por Jorge Mario Bergoglio - Papa Francisco, quando era arcebispo de Buenos Aires, cujo texto foi agora publicado em um livro, "A cura da corrupção", publicado pela primeira vez em italiano (Editora Missionária Italiana).
 
Influência da Virgem Maria na vida da Igreja PDF Imprimir E-mail
Escrito por João Paulo II   
1. Depois de ter refletido sobre a dimensão Mariana na vida eclesial, dispomo´nos agora a pôr em evidência a imensa riqueza espiritual que Maria comunica à Igreja, com o seu exemplo e a sua intercessão.

Desejamos, antes de mais, deter´nos a considerar brevemente alguns aspectos significativos da personalidade de Maria, que oferecem a cada fiel indicações preciosas para acolher e realizar plenamente a própria vocação.

Maria precedeu´nos na via da fé: crendo na mensagem do anjo, ela é a primeira a acolher, e de modo perfeito, o mistério da Encarnação (cf. Redemptoris Mater, 13). O seu itinerário de crente inicia ainda antes do princípio da maternidade divina e desenvolve´se e aprofunda´se durante toda a sua experiência terrena. É audaz a sua fé, que na Anunciação crê no humanamente impossível e em Caná impele Jesus a realizar o primeiro milagre, provocando a manifestação dos seus poderes messiânicos (cf. Jo. 2,1´5). Maria educa os cristãos a viverem a fé como caminho empenhativo e envolvente, que, em todas as épocas e situações da vida, requer audácia e perseverança constante.

 
São João Vianney e o primado da palavra de Deus PDF Imprimir E-mail
Escrito por Pe. Vital Corbellini   

João M. Vianney foi um presbítero que primou pela palavra de Deus. Ele não só a proclamava aos outros, na sua melhor forma, com preparação e meditação, mas vivia-a em sua integridade. Seguindo-lhe o exemplo, a palavra de Deus deve ganhar sentido em nossa vida de presbíteros pela escuta e sua objetividade. Jesus diz: “Bem-aventurados os que ouvem a palavra de Deus e a põem em prática”(Lc 11,28). Estamos num período muito importante em nível social e eclesial, com a V CELAM, cujo tema foi: Discípulos e missionários de Jesus Cristo para que nossos povos nele tenham vida. “Eu sou o caminho, a verdade e a vida”(Jo 14,6). O tema é bíblico e, ao mesmo tempo, cristológico no discipulado e na missionariedade com a vida de Jesus Cristo.

 
Aprendendo com Leão XIII - Encíclica Rerum Novarum - Doutrina Social da Igreja PDF Imprimir E-mail
Escrito por Papa Leão XIII   
A sede de inovações que há muito tempo se apoderou das sociedades e as e as têm numa agitação febril, devia, tarde ou cedo, passar das regiões políticas para a esfera vizinha da economia social. Efetivamente, os progressos incessantes da indústria, os novos caminhos em que entraram as artes, a alteração das relações entre os operários e os patrões, a influência da riqueza nas mãos dum pequeno número ao lado da indigência da multidão, a opinião enfim mais avantajada que os operários formam de sí mesmos, e a sua união mais compacta, tudo isso, sem falar na corrupção dos costumes, deu em resultado final um temível conflito.
 
A Igreja não tem o poder de anular casamentos PDF Imprimir E-mail
Escrito por Côn. José Geraldo Vidigal   

A doutrina da Igreja  sobre o matrimônio e suas naturais conseqüências é clara e precisa, uma vez que ela simplesmente prega o ensinamento de Jesus : “O que Deus uniu o homem não separe”, como está em Mateus capítulo19,6. Cristo, aliás,  acrescentou:  que todo aquele que repudiar sua mulher e casar com outra comete adulterio; e o que se casar com uma repudiada, comete adulterio”(v.9).

 

 
A Transfiguração, um esplendor do Reino PDF Imprimir E-mail
Escrito por Tradução de Pe. José Artulino Besen   
Os evangelistas sinóticos – Mateus, Marcos, Lucas – narram o evento da Transfiguração de modo quase idêntico: Jesus toma consigo Pedro, Tiago e João – os dois últimos são irmãos -, mais vezes companheiros seus privilegiados “porque eram mais perfeitos do que os outros”, afirma S. João Crisóstomo; Pedro, porque amava a Jesus mais do que os outros, João porque era amado por Jesus mais do que os outros, e Tiago porque se unira na resposta do irmão: “Sim, podemos beber do teu cálice”(cf. Mt 20,22).
 
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