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A favor do casamento gay? PDF Imprimir E-mail
Escrito por Luiz Fernando Garcia de Oliveira   

 

Dizem que é uma forma de liberdade, de escolha segundo gostos e aptidões da sociedade moderna, isenta de preconceitos, ser homossexual e formar um “casal” gay. Afirma ser um “direito”, até.

     

       O preconceito é idéia antipática, opinião ou sentimento desfavorável a respeito de alguma coisa ou do comportamento pessoas.
    
       Existiria nesse julgamento antecipado (pré-formado) a falta de motivo sincero.
  
       Um tipo de frase reflete bem o que é preconceito: Não li tal livro e não gostei.
  
       Como gostar e desgostar sem conhecer, sentir, vivenciar?
        Bem, alguns dizem que veneno faz mata, e todo mundo se afasta dele (pelo menos os que não enlouqueceram, bebendo, se suicidando). E a experiência dos suicidas já ensina que não é um preconceito afirmar que veneno mata.
      
       O que é ser cristão?
       É crer em Jesus Cristo como Deus e Homem verdadeiro, Salvador de humanidade, e integrar-se em sua Família (a Igreja Católica), o preâmbulo do Reino de Deus, aqui e agora, no mundo presente. E, mais relevante ─  ser cristão é viver conforme Jesus Cristo viveu!
      
       E falar contra o Catolicismo?
       Se o enfoque for sobre sua parte humana, a análise não surpreende ao concluir pela fraqueza, contingência humana e sujeição às circunstâncias da História. Inaceitável qualquer crítica à sua parte divina, à doutrina, à tradição, ao magistério ─ essa parte é de Deus.

 

       Não é preconceito dizer-se que todos são pecadores, a começar por si mesmo e ao ver os outros e a sociedade.

 

       É sinceridade.
       
      Afinal, pecador é ser e estar sujeito a muitos e, por certo, a todos os defeitos que marcam a espécie humana.
      
      Tal sentir correto da consciência traz à lembrança a Palavra de Deus, no Livro do Eclesiastes, que diz ─  “Não há homem justo sobre a terra que faça o bem sem jamais pecar” ( Ecl.7,20). E o Livro dos Provérbios recorda ─ “Porque o justo cai sete vezes, mas ergue-se, enquanto os ímpios desfalecem na desgraça” (Pv 24,15).

 

       Ninguém é “deusinho”, não.   A certeza está nisso.   

 

       E não aceitar a prática homossexual e, ainda, o “casamento” gay, é preconceito?

 

       Não, a natureza humana, vista com os olhos, sem fazer qualquer teoria, doutrina nenhuma, diz que não é possível a união de corpos iguais.

 

       E casal é a soma de homem e mulher, segundo a natureza e de acordo com Deus, como se lê neste dialogo de Jesus com fariseus:
      
       “ 3 Aproximaram-se dele [Jesus] alguns fariseus para testá-lo com a pergunta: "É permitido um homem despedir sua mulher por qualquer motivo?"4 Ele respondeu: "Não lestes que no princípio o Criador os fez homem e mulher 5 e disse: Por isso o homem deixará o pai e a mãe para unir-se à sua mulher, e os dois serão uma só carne? 6 Assim, já não são dois, mas uma só carne. Não separe, pois, o homem o que Deus uniu".   
                                                                          (Mt 19,3-6).  
      E a palavra de Jesus é indiscutível ─ “o Criador os fez homem e mulher. Por isso o homem deixará o pai e a mãe para unir-se à sua mulher, e os dois serão uma só carne.
     
       Digam o que quiserem, a favor da aberração depravada do “casamento” gay.  Tudo não passa de apologia da torpeza, da defesa da indefensável degradação humana, feita pelos próprios praticantes.

 

      São doentes da alma, elogiando a doença e se deliciando com o pecado, antecipando o fim do corpo em acelerado apodrecimento, porque as almas morreram bem antes.