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Padres novos para a diocese de Osasco PDF Imprimir E-mail

No sábado quatro de fevereiro sete novos padres foram ordenados na catedral de Santo Antônio; um oitavo será ordenado amanhã. Além disso, no dia 25 serão ordenados cinco novos diáconos, que assim entrarão no último estagio de preparação para o sacerdócio, que será dado a eles no ano próximo.
É um motivo de alegria para todos os católicos da nossa diocese. Porque agora o povo terá mais padres no serviço pastoral. Será possível criar novas paróquias e novas regiões pastorais, aumentando os postos de atendimento religioso.
O aumento dos padres permite também movimentar com mais facilidade os outros que há muitos anos servem na diocese. É mais fácil encontrar, para os que desejam mudar, novos campos de trabalho mais adaptados à situação particular deles.  Alguns padres jovens, depois de alguns anos de ministérios, alcançaram experiências e maturidade: é bom que assumam paróquias mais importantes. Outros, de meia idade, já trabalhando há tempo numa paróquia, dando a ela tudo que sabiam dar, mudando de lugar, sentir-se-ão desafiados por novos problemas e descobrirão em si novas capacidades. Outros, mais idosos, poderão assumir encargos menos pesados.
O povo de Deus ganha com isso: são novas idéias e iniciativas pastorais que surgem.
Nós vemos na gestão política da Nação a vantagem da troca dos administradores públicos; cada novo administrador traz novas ideais, nova vontade de melhorar a situação, fazer mais,  acertar mais. São enfrentados problemas que o antecessor tinha deixado de lado; é renovado o que estava envelhecendo, são resolvidas situações que há tempo esperavam uma decisão.
Assim acontece na igreja. Cada pessoa é limitada na sua visão e nas capacidades; cada uma dá mais atenção aos campos nos quais se sente capacitada: um padre se dedica à liturgia, outro à catequese, outro aos jovens, ou às obras de assistência e caridade, ou aos meios de comunicação.
 A troca dos párocos traz novo dinamismo em campos novos, que necessitavam de maior atenção. Cada um entra no novo serviço com as melhores intenções, trazendo um ar renovador na comunidade, que se anima com obras mais dinamizadas.
Conseguirão contentar todo mundo, dando um atendimento perfeito? Isso é impossível! Nem o Bispo consegue atender a todas as expectativas do povo: deveriam aumentar ainda mais os padres na diocese. E cada um deveria ser um super homem, com saúde de ferro, inteligência genial e santidade perfeita: coisa impossível neste mundo limitado.
Mas o povo também deve colaborar e não somente ficar esperando e olhando. Temos nas comunidades pessoas de grande espírito de doação, sempre prontas a ajudar com zelo sincero e capacidade. Mas devem aumentar ainda, sobretudo os agentes animados de espírito missionário, desejosos de levar Deus a tantos afastados.
Tinha aqui, na paróquia uma senhora dedicada à catequese de adultos: ia procurando as pessoas não catequizadas; e perguntava a cada uma o dia da semana e a hora, na qual estava livre dos serviços de casa e da profissão.  A catequista fazia de tudo para encontrar o tempo no dia e hora desejado. Nos encontros falava com fervor, conduzia os alunos diante do Sacrário para rezar, escutava com atenção os problemas deles e procurava junto a solução melhor: No fim do curso as pessoas estavam não somente preparadas a receber os Sacramentos, mas convertidos. Agora com a família foi morar no interior, mas já recomeçou lá o serviço que desenvolvia aqui com tanto zelo e competência.
A Igreja necessita de mais padres e de mais agentes de pastoral leigos: Deus nos valoriza oferecendo-nos oportunidades para fazer o bem aos irmãos. Quem ganha mais somos nós, que utilizamos melhor o nosso tempo e talentos, tornando mais preciosa a nossa existência.